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O que significa se apaixonar?

À medida que os jovens entram na adolescência, devido às mudanças físicas que ocorrem dentro deles, à influência excessiva das redes sociais e à ostentação no círculo de amigos da escola ou faculdade, eles caem na armadilha da atração. Isso geralmente é entendido como apaixonar-se. Sentimentos por outra pessoa surgem dentro, a presença dele/dela exerce atração, e isso é prazeroso; os pensamentos sobre essa pessoa ocupam a mente dia e noite; pensamentos e visualizações imaginárias começam a surgir. Parece que eles se apaixonaram! Em um momento, eles se sentem no sétimo céu e, no outro, sentem que, se a terra lhes desse espaço, eles se enterrariam nela. Essa condição oscila constantemente, para cima e para baixo. Será isso realmente amor?

Este assim chamado “amor” não se limita à mera atração. Quando a corrente da atração flui de ambos os lados, longas e doces conversas acontecem, o conhecimento mútuo aumenta e eles começam a se encontrar em particular. Seguindo em frente, os limites são ultrapassados e eles escorregam. Hoje em dia, os jovens não veem nada de errado em toda essa diversão. Mas quando a punição por essa diversão chega, eles não conseguem suportar. Então, em nome do amor, começam as traições, as fraudes e as decepções. Quando o relacionamento termina, vêm a frustração e a depressão. A vida parece não valer a pena. Dói muito quando os palácios no ar, construídos para proporcionar felicidade através da imaginação, desmoronam na realidade.

Presos dessa maneira, muitos jovens, meninos e meninas, são enganados. Alguns têm seu caráter roubado, outros seu dinheiro! Hoje, a garota ou o rapaz com quem se está saindo, amanhã, sai com outra pessoa e, ao descobrirmos isso, ficamos muito tristes. Então, onde está o amor, ou será que aquilo era realmente se apaixonar? Se fosse amor de verdade, por que o sofrimento vem da pessoa amada? Por que as brigas? Por que os dois se separam? Como podemos testar relacionamentos tão frágeis? Principalmente durante a adolescência, que cuidado devemos ter?

Se os jovens entenderem qual é a realidade por trás dessa forma gananciosa do chamado amor, o que é o amor verdadeiro e até que ponto da vida ele existe, quais limites devem ser respeitados, então eles pararão de seguir na direção errada.

Namorado-Namorada ou uma Tendência de Traição-Abandono?

De acordo com a cultura Ariana Indiana, os primeiros vinte e cinco anos de vida são chamados de Brahmacharya ashram (vida de celibato), onde, em tempos antigos, os jovens, enquanto praticavam o celibato puro, recebiam educação do Guru. Mas hoje em dia, devido à crescente influência da cultura ocidental, a tendência de adolescentes terem namorados ou namoradas começa ainda na escola. E a partir daí, eles caem no chamado amor.

Com as mudanças no mundo atual, é difícil impor uma proibição aos meninos e meninas, impedindo-os de conversar entre si na escola ou faculdade. Portanto, enquanto houver uma amizade genuína entre eles, isso pode ser permitido. No entanto, ver outros se exibindo, a pressão que surge dentro de cada estudante para ter um namorado ou namorada e, após ter o mesmo, o orgulho que isso acarreta não é apropriado.

Na tenra idade, a compreensão das crianças ainda não é muito desenvolvida. Elas encaram sair, assistir filmes juntos, se divertir, como se fossem namorados. Não têm idade para casar e nem sequer pensam em casamento! O problema surge quando, sem o conhecimento de ninguém em casa, começam a se encontrar às escondidas. Quando os pais descobrem e tentam impedi-los, os filhos se rebelam e ameaçam os pais. Para eles, os pais parecem ter a mente fechada e serem antiquados. Eles não conseguem entender que os pais estão apenas desejando o melhor para eles. Diante dos terríveis incidentes que acontecem atualmente, para a segurança dos filhos, os pais impõem algumas restrições. Mas os filhos, considerando-as como proibições, se opõem a elas.

Não apenas entre adolescentes, mas também entre jovens adultos, existe uma tendência de formar relacionamentos desse tipo antes do casamento. Eles aproveitam o início. Depois de dois a cinco anos, essas mesmas pessoas se tornam muito infelizes. A pessoa que consideravam como sua, em quem depositaram muita confiança, de quem receberam apoio, é traída. Tudo isso impacta sua educação e carreira, mas devido às tendências dispersas de sua consciência, toda a sua mentalidade se torna fraca. É então que percebem que teria sido melhor se tivessem ouvido os conselhos de seus pais!

Quando um rapaz e uma moça passam tempo juntos antes do casamento, isso também é chamado de “lafru” (um affair, um caso), que é uma forma comum de se apaixonar. Num dos discursos em forma de questionário, Param Pujya Dadashri, ao descrever lindamente um acontecimento, explica o que significa, de fato, a palavra “lafru”.

Dadashri: Você teve um caso de paixão quando era jovem? É quando todas as evidências e circunstâncias se juntam, que alguém se envolve nesse tipo de problema.

Interlocutor: O que é um caso de paixão?

Dadashri: Sim, vou lhe contar. Um homem viu seu filho, que estava na faculdade, andando por aí com uma garota. Ele perguntou ao filho por que ele estava andando por aí em tal estado de paixão. As pessoas hoje em dia não chamam assim, mas, nos velhos tempos, costumavam chamar isso de lafroo, um estado temporário de paixão e atração. O pai se referiu a isso como lafroo porque sabia que seu filho estava sendo tolo ao pensar que estaria amando, e iria sofrer tremendamente com esse relacionamento. Este lafroo estava grudado nele e isso o machucaria. Não é fácil sustentar o amor. Todos sabem como ter casos românticos, mas não sabem como se libertar de um amor assim. O filho ficou muito chateado quando ouviu seu pai se referir à sua namorada como um lafroo.

Ele disse ao pai que estava arruinando sua reputação ao dizer tais coisas, e pediu-lhe que não falasse dessa maneira em público. O pai concordou.

O filho namorou essa garota por dois anos e então, um dia, a viu com outro rapaz no cinema. Foi então que ele percebeu que seu pai tinha razão o tempo todo. Seu relacionamento com a garota era um lafroo.

Quando todas as evidências e circunstâncias se juntam, a pessoa fica presa a um lafroo, e é muito difícil se libertar disso, e quando ela começa a olhar para outra pessoa, ele não consegue dormir à noite. Isso não acontece? A partir do momento em que o filho percebeu o que o pai havia dito, e reconheceu que se tratava realmente de um lafroo, um falso amor, começou a se libertar de suas garras. Enquanto a visse como sua namorada e não como um lafroo, ele estaria preso a ela.

Interlocutor: Então, se alguém quiser resumir as diferenças entre o amor falso e o amor verdadeiro, como pode fazer isso?

Dadashri: Por que você está falando de amor quando não existe amor? Além do amor verdadeiro, não existe outro tipo de amor; é tudo apego, atração e ilusão. As pessoas ficam cegas pela ilusão e perdem o senso de razão. Elas não têm consciência sobre este assunto.

Quando pais ou pessoas bem-intencionadas os alertam, eles não estão dispostos a ouvi-los. Mas então, quando os fatos se apresentam diante de seus olhos, a sabedoria os ilumina, revelando que isso não é amor, é um lafroo! Devido ao apego-aversão do passado, as circunstâncias se juntam hoje, os dois são atraídos e o lafroo se instala! Mais tarde, quando muito karma de mérito se desenrola, a experiência acontece, como aconteceu com esse rapaz, à medida que a circunstância que proporciona o entendimento correto entra em ação. A partir do momento em que você reconhece o lafroo como um lafroo, ele começa a se dissipar.

Enquanto Namoram, os Jovens Estão Procurando Amor ou Presas?

Quando o namoro começou nos países ocidentais, a intenção era que, antes do casamento, os dois se encontrassem em locais públicos e testassem a compatibilidade para o matrimônio. Hoje, surgiram muitas formas de namorar. Antes do encontro pessoal, o namoro começa por telefone, chat, videochamada ou internet, e até mesmo por aplicativos de celular. Graças à tecnologia, a cultura do namoro explodiu entre adolescentes e jovens adultos em todo o mundo. O objetivo de se casar mais tarde foi esquecido e, hoje, a abordagem de se divertir no momento se espalhou.

Namorar com uma pessoa por quatro a seis meses, sair juntos ou passar uma noite juntos, ultrapassar limites e terminar o relacionamento - tudo isso se tornou normal. Em pouco tempo, já se está à procura de outro parceiro. Além disso, muitas pessoas namoram uma pessoa e mantêm outras como plano B; se um relacionamento termina, elas começam com outro. Com tudo isso, a mente e o caráter do rapaz e da moça ficam prejudicados. Hoje em dia, namoramos alguém e, seis meses ou um ano depois, essa pessoa vai embora. Qual o sentido disso? Como isso pode ser chamado de amor? Numa situação dessas, os sentimentos de ambos ficam feridos. Tempo e energia são gastos na direção errada.

Namorar pode ser perigoso, especialmente na adolescência. Nessa idade, os jovens não compreendem a complexidade dos relacionamentos e dos sentimentos. Falta-lhes a maturidade necessária para lidar com mais de um relacionamento e términos. Como resultado, tornam-se vulneráveis à depressão. Muitas vezes, quando os encontros acontecem pela internet, há casos de pessoas que caem nas garras de indivíduos com perfis falsos.

Nossa maior segurança está em evitar namoros durante a idade estudantil. A faixa etária de 18 a 19 anos não é para encontrar um parceiro romântico, mas sim para se concentrar na carreira. Quando o namoro começa, as fotografias dessa pessoa aparecem nos livros didáticos. Os resultados dos exames continuam se deteriorando.

Os jovens de hoje argumentam que tudo isso não afeta a carreira. No entanto, de forma sutil, a consciência deles realmente se fragmenta, a inquietação aumenta e a estabilidade e a fortaleza se desfazem. À medida que o poder mental se deteriora, a fraqueza se instala e a resistência diminui. Eles permanecem absortos em ferramentas que intensificam o fascínio (moha), como TV, filmes, redes sociais e internet. Não conseguem interagir com pessoas reais. Ao se deprimirem por pequenas coisas, não hesitam em tomar a atitude errada (por exemplo, cometer suicídio). Muitos se tornam vítimas de depressão, vícios ou dependência química. Se esses perigos se tornarem evidentes, então é melhor evitar relacionamentos amorosos.

Ao atingir a idade para casar e desejar conhecer alguém, o ideal é manter uma relação de amizade. É assim que o amor deve começar. Encontrem-se em lugares públicos, descubram os hobbies, tendências, personalidade, etc., um do outro. Uma vez que escolher alguém como namorado (a), case apenas com essa pessoa e seja sincero(a) com ele/ela por toda a vida. Caso a outra pessoa não esteja disposta a se comprometer com o casamento, tenha cuidado. Nesse caso, certamente os limites não devem ser ultrapassados.

Ter relações físicas antes do casamento é um ato bestial. Leva ao pecado que conduz a pessoa a uma forma de vida inferior. A regra é que, quando tal falta é cometida com alguém, uma conta karmica tão forte é vinculada com essa pessoa que, aonde quer que ela vá na próxima vida, você terá que ir também. Quando um casal namora, desfruta da companhia um do outro, e depois um deles termina o relacionamento e se envolve com outra pessoa, o outro pode guardar rancor e buscar vingança. Porque quanto maior o apego, maior o ódio. Ele/ela não nos poupará por várias vidas, até que a vingança seja consumada.

A Amizade Deve Ser Sincera e Moral

Os jovens também fizeram perguntas a Param Pujya Dada Bhagwan sobre namoro e amizade. Em Suas respostas, os jovens conseguiram encontrar a direção correta.

Interlocutor: Namorar é pecado? Namorar significa que essas garotas saem com garotos e os garotos saem com garotas, então isso é pecado? Existe algum problema nisso?

Dadashri: Sim. Quando uma garota deseja sair com meninos, ela deve se casar então. Depois decida por apenas um menino. Deve haver um escolhido. Caso contrário, não cometa tal crime, até que o casamento não ocorra, não se deve sair com meninos.

Interlocutor: Mas aqui, quando os meninos e as meninas fazem quatorze anos, eles começam a sair juntos. Aí eles se dão bem. A partir daí, as coisas podem evoluir também. E aí, se algo dá errado com alguém, se eles não se dão bem entre si, então eles começam a sair com outra pessoa. Mais tarde, se isso também não der certo, então, vem uma terceira opção, é assim que eles ficam nesse ciclo, e acabam ficando com duas, quatro pessoas de uma vez.

Dadashri: Isso é selvageria, vida selvagem!

Interlocutor: Então, o que essas pessoas devem fazer?

Dadashri: Devemos permanecer sinceros com o rapaz/a moça, e esperar que ele/ela seja sincero (a) conosco; a vida deveria ser assim. Falta de sinceridade na vida é uma vida errada.

Interlocutor: Como alguém pode permanecer sincero? Enquanto se está saindo apenas com uma pessoa, o outro rapaz ou moça se torna insincero.

Dadashri: Então é preciso parar de sair! É preciso se casar. Afinal, somos indianos, não animais selvagens.

Ao se casar, ambos permanecem sinceros um com o outro pelo resto da vida. Portanto, se quisermos permanecer sinceros, então, desde o início, não devemos ter qualquer amizade com outra pessoa. Deve-se permanecer muito rigoroso. Não saia com nenhum menino, e se quiser, então decida por um menino, que “eu vou me casar com ele”. Diga aos seus pais que, “se eu me casar, vou me casar apenas com ele; não quero me casar com mais ninguém.” A vida sem sinceridade é uma vida selvagem.

Param Pujya Dada Bhagwan diz que a amizade deve ser pautada pela moral. Moral significa que, quem quer que se torne nosso parceiro, devemos ser sinceros com ele, e ele ser sincero conosco. Hoje em dia, rapazes e moças ficam juntos por quatro meses e depois dizem: “Terminamos porque gosto de outra pessoa”. Quando estão juntos, alimentam a esperança um do outro de que “você é meu, eu sou seu, vamos nos casar”. Então, com o término, a outra pessoa leva um grande choque. (Essas pessoas) abandonam alguém depois de toda a diversão e, então, se divertem com outra pessoa. Brincam com a vida do outro. Mas não percebem as consequências disso em sua próxima vida. Portanto, a relação deve ser pautada pela moral e só deve existir se houver a intenção de permanecer fiel a esse relacionamento por toda a vida.

Escolhendo um Parceiro de Vida Para os Jovens

Hoje em dia, rapazes e moças se sentem atraídos pela aparência ou estilo um do outro, enquanto alguns são atraídos pelo dinheiro. Eles pensam que isso é se apaixonar. Ao oferecer uma verdadeira compreensão aos jovens, Param Pujya Dada Bhagwan diz: “Não se apaixone por alguém apenas pela aparência, mas sim pelo temperamento e amor. Temperamento significa a natureza da pessoa. Se for um temperamento sincero e cordial, então não há problema em se apaixonar, mas se for um intelecto egoísta, então cuidado aí.”

Param Pujya Dada Bhagwan fornece a chave para testar esse amor.

Interlocutor: Hoje em dia, rapazes e moças se envolvem por causa de paixão e atração. Será que fracassam por causa desse amor ilusório?

Dadashri: Sim, é tudo ilusão e paixão. A pessoa vê um rosto bonito e se apaixona. Mas isso não é amor. Se houvesse uma espinha nesse rosto, ele nem chegaria perto dela. Se a espinha permanecesse por doze meses ou mais, ele não ia querer olhar para o rosto dela e a ilusão do amor desapareceria por completo. O amor verdadeiro, por outro lado, não desapareceria nem se houvesse várias espinhas. Então, procure esse tipo de amor; caso contrário, não se case de forma alguma, ou você ficará preso. Um homem aprecia a esposa quando ela fala com ele carinhosamente, mas quando ela faz beicinho, ele diz que não gosta de olhar para o rosto dela.

Antes do casamento, rapazes e moças se apaixonam e se sentem atraídos um pelo outro. Hoje em dia, muitos até moram juntos na mesma casa (em união estável) antes de se casarem. No entanto, se você os observar atentamente, verá que em cada pequena conversa há desentendimentos, discussões ou brigas constantes entre os dois. Não há amor algum. As coisas não acontecem como desejam, então eles brigam. O amor (moha) deles não é correspondido, então eles brigam. As expectativas não são atendidas; então, brigam. No fim das contas, ambos estão sempre infelizes.

Principalmente as meninas, quando há conflitos com os pais em casa, na busca por afeto e carinho, elas procuram um namorado fora de casa, e são fortemente enganadas ao ficarem presas em tal amor. Na verdade, elas não recebem nenhum afeto e carinho. Em casa, os pais, que deram amor e atenção por 18 a 20 anos, perdem todo o valor (aos olhos dessas filhas), e vem então um estranho com duas palavras bonitas e respeito, então ela entrega sua vida para ele. Quando ela lhe pede em casamento, o rapaz ignora a conversa. Muitas vezes, o rapaz dá uma falsa promessa de se casar e a usa, e assim que seu interesse egoísta é atendido, ele a abandona.

Não importa o tipo de amor que pareça existir entre vocês, antes do casamento, não se deve permitir que seu caráter se estrague. Porque onde há amor verdadeiro, não há desejo físico nem qualquer tipo de ganância.

Convidando à Desgraça ao Dizer que Vão Permanecer Juntos Vida Após Vida

Os filmes mostram Romeu e Julieta, Laila e Majnu, sacrificando suas vidas um pelo outro por amor. Dizem que é um exemplo de amor supremo e os jovens seguem isso. Muitos jovens se apaixonam e, quando enfrentam a oposição da família, na crença de que "vida após vida estamos destinados a ficar juntos", acabam tirando a própria vida. Na raiz do problema está o apego excessivo que sentem um pelo outro, o que, por sua vez, causa muitos danos. Ambos buscam o afeto um do outro. Quando vem um golpe sobre isso, “Como vou viver sem ele/ela?", surge o medo e a insegurança, levando-os a tirar a própria vida.

Param Pujya Dada Bhagwan não chama isso de amor, mas sim de emoção, tornar-se emocional.

Interlocutor: Duas pessoas, que são namoradas, cometem suicídio por não receberem apoio da família. Isso acontece com frequência, então que tipo de amor é esse?

Dadashri: Amor errante! Como isso pode ser chamado de amor? A pessoa se torna emocional e se deita nos trilhos do trem! E diz: "Na próxima vida, estaremos juntos, só nós dois." Nunca alimente uma esperança dessas. A outra pessoa segue de acordo com o karma dela. Eles nunca ficarão juntos!!

Interlocutor: Mesmo que tenham o desejo de estar juntos, eles não chegam a ficar juntos?

Dadashri: Manter o desejo gera algum resultado? A próxima vida é o resultado do karma! E isso é emotividade.

Sem entender o propósito da vida, os jovens desperdiçam cegamente suas vidas. Além disso, é apenas mera imaginação que morreremos juntos e estaremos juntos novamente na próxima vida. No entanto, há uma grande diferença entre imaginação e realidade. A próxima vida de um ser humano é determinada com base em seu karma. Portanto, não há garantia de que nasceremos juntos novamente.

Se os jovens de hoje compreenderem corretamente, será possível moldá-los conforme desejado. Portanto, se esses ensinamentos verdadeiros sobre se apaixonar, proferidos por Param Pujya Dada Bhagwan, se espalharem pelo mundo, a vida de muitos adolescentes e jovens será salva de ser desperdiçada.

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